Libretto: série Bottons

Filed Under (lembrancinhas, papelaria, produtos, séries) by Equipe Libretto on 25-01-2013

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As coisas que a gente gosta são para ser usadas: em alguns casos, literalmente carregadas no peito como sinal de que é aquilo que queremos levar para a vida toda. A gente sempre trouxe essa ideia der ver/fazer/usar o que gostamos nas nossas coleções de cadernos, e nos vimos pensando: e se a gente quiser mais? Não demorou para nos decidimos: queremos mais, queremos uma série de Bottons!

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Somos amantes declarados do antigo – as séries K7 e VHS estão aí pra não nos deixar mentir. Com isso em mente, criamos uma série que traz 10 modelos diferentes de bottons com ilustrações de objetos que queremos pra chamar de nossos (e sabemos que vocês também!).

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Só escolher qual combina mais com você: Gramofone, TV antigaRolleyflexCaderninho, Fita K7Super 8Máquina de escreverCâmera fotográfica - e mais dois modelos, um com a marca-sorriso da Libretto e outro com uma padronagem. Os bottons tem 35mm de diâmetro e cada um sai por R$3 (+ frete). Você pode ainda comprar o KIT com todos os 10 modelos por R$25 (+ frete).

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Para garantir esses bonitinhos na sua casa é só acessar a nossa loja clicando aqui. Os pagamentos são realizados com toda a segurança do PagSeguro e os envios são feitos pelos Correios.

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No Gramofone da Libretto: Charles Bradley

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 18-06-2012

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Há pouco mais de um mês uma amiga postou um vídeo no Facebook de um negro, com um mini black-power e alguns colares, cantando com uma voz fantástica, transbordando emoção. As feições variavam de um breve sorriso a mais profunda tristeza. Eu me apaixonei e quis saber quem era o tal Charles Bradley.

Ele nasceu em 1948, na Florida, e foi criado pela avó até os oito anos de idade, quando, e só então, conheceu a mãe e mudou-se com ela para o Brooklyn, Nova Iorque. Ainda criança foi levado pela irmã a um show de James Brown. O pequeno Charles ficou admirado com o suingue e a forma de cantar do “Rei do Funk”.

Quando adolescente fugiu de casa e foi morar nas ruas, até que se inscreveu em um programa público que oferece educação e capacitação para os jovens americanos. Aprendeu a cozinhar e trabalhou como chefe por dez anos na cidade de Maine, Nova Inglaterra, onde também montou sua primeira banda.

O sonho de se tornar um cantor parecia ter acabado quando seus companheiros na música foram mandados para a Guerra do Vietnã. Então, Charles largou tudo e foi rodar pelos Estados Unidos e Canadá, chegando a trabalhar alguns anos no Alasca, até se fixar na Califórnia.

Charles não desistiu e continuou tentando fazer o que sempre gostou – e sabe fazer muito bem! Com o dinheiro que economizou durante os anos trabalhando como chefe, comprou equipamentos musicais e foi tentar a sorte em Nova Iorque. Em uma de suas apresentações em pequenos bares, um co-produtor da Daptone Records assistiu ao show, gostou do que ouviu e o levou para gravar seu primeiro single, em 2002. Mas só no ano passado, 2011, Chales Bradley lançou seu primeiro álbum, No time for dreaming, com 62 anos de idade.

Ele chora, reclama, sua, fala sobre amor, amizade, sobre problemas atuais do mundo, misturando o moderno com o retrô, nas roupas até no jeito de cantar. O americano se mostra um veterano no soul e no funk, mesmo que para o grande público esteja sendo revelado só agora. O cara se entrega, coloca emoção em cada fraseado das músicas, auxiliado pela forte voz rouca. Ele parece não importar em se expor.

Charles Bradley é um exemplo de perseverança e, ao contrário do que ele afirma com o título do seu álbum, espero que ele ainda tenha muito tempo para sonhar, fazer boa música e provar que nunca é tarde para começar.

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Fred La Rocca é jornalista, odeia sonhar mas tem gostado de dormir.

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No Gramofone da Libretto: The Swell Season

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 07-05-2012

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Sabe quando você entra no cinema pra ver um filme e o que te encanta mesmo é a trilha sonora? Com a gente foi assim com o filme Once – Apenas uma Vez. Tudo bem que nesse caso as músicas do The Swell Season são praticamente essenciais para a narrativa, mas o fato é que o pensamento ao sair do cinema era: como eu não conhecia essa banda antes?

The Swell Season é uma dupla de folk formada pelo irlandês Glen Hansard e pela tcheca Markéta Iglová. Em 2006, os dois atuaram (e tocaram!) em Once, que narra a tragetória de um casal de músicos e seus conflitos pessoais.

A música dessa duplinha pegou muita gente de jeito no fundo dos nossos corações no quesito letra, voz e melodia. Tanta perfeição de trilha sonora só podia resultar em Oscar de melhor canção original em 2007 com a faixa “Falling Slowly“.

A banda já lançou três álbuns: The Swell Season (2006), Once (2007) e Strict Joy (2009). A lista das nossas músicas preferidas é longa, mas a gente recomenda “When Your Mind Is Made Up“, “Leave“, “The Moon” e “Low Rising“.

Pra quem ainda não conhece fica aí nossa dica!

No Gramofone da Libretto: Marcelo Jeneci

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 16-04-2012

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A primeira vez que escutamos a voz de Marcelo Jeneci foi pelo rádio. Encucados com suas letras diferentes e encantados com a melodia, ficamos com o dever de casa de procurar mais sobre o cantor. Foi paixão ao primeiro play.

 Jeneci lançou seu primeiro disco, Feito Pra Acabar, em 2010. Mas a carreira do cara não começou ontem: há mais de dez anos trabalha como instrumentista, e tocou por diversos anos com ninguém mais ninguém menos que Chico César. Como compositor, já teve suas letras gravadas por Vanessa sa Mata, Arnaldo Antunes e Zélia Duncan. É pra poucos, ein.

 Felicidade e Copo D’Água já devem ser conhecidas de vocês, mas pra quem não conhece, vale botar pra tocar o disco inteiro, a semana inteira. A gente recomenda também Pra Sonhar, Dar-Te-Ei e Show de Estrelas. Ouve aí:

No Gramofone da Libretto: Lisa Hannigan

Filed Under (gramofone, Sem categoria) by Equipe Libretto on 26-03-2012

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Lisa Hannigan: você provavelmente já ouviu esse nome, mesmo que não saiba disso. A cantora da vez no gramofone da Libretto começou sua carreira com o não menos charmoso Damien Rice, e ouvimos a voz dela nos dois discos lançados pelo irlandês. Partiu para carreira solo em 2008, deixando milhares de fans desolados. Mas a tristeza durou pouco: rapidinho lançou Sea Sew, seu primeiro disco repleto de músicas deliciosas.

A voz calma que a gente já conhecia ganha ainda mais força nas músicas solo de Lisa. E se o som não for bastante pra te ganhar, tem como não se apaixonar por esse clipe de I Don’t Know?

Do Sea Sew a gente destaca ainda Pistachio, Lille e Keep It All. Pra alegrar a segunda-feira, vale a pena escutar o CD do começo ao fim.

Pra delírio da garotada, no final de 2011 Lisa lançou seu segundo álbum, Passenger. A música de trabalho mais recente, Knots, vem pra reforçar tudo que a gente mais ama na cantora. Ouve aí!

No Gramofone da Libretto: Ida Maria

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 12-03-2012

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Ela é roqueira, fofinha e tem uma voz invejável. Ida Maria, cantora norueguesa de 27 anos, começou a ganhar projeção em 2007 depois de ganhar duas competições no seu país. Quando se aprensentou no programa britânico ‘Later… with Jools Holland‘, foi entrevistada pelo The Times e se apresentou no festival de Glastonbury começou a ficar conhecida pelo resto do mundo.

Em 2008, ela lançou Fortress Around My Heart, e não poderia estreiar melhor. O NME o considerou o 48º melhor álbum do ano, um feito para uma artista até então não tão conhecida. É até difícil escolher faixas que se destacam no meio de tanta coisa boa, mas é bom prestar atenção em Oh My God, I Like You So Much Better When You’re Naked, Stella, Morning Light e Queen Of The World.

O segundo álbum, Katla, não foi tão divulgado quanto o primeiro até agora, apesar de a música Bad Karma fazer parte da trilha sonora de Pânico 4. A primeira faixa, Quite Nice People, pode soar estranha de tão calma, principalmente se comparada aos trabalhos anteriores da cantora. Mas na segunda música a guitarra já começa forte, mostrando que o início era apenas uma preparação para uma erupção. O álbum faz jus ao nome – Katla é um dos maiores vulcões da Islândia. As faixas que chamam atenção são, além de Bad Karma, I Eat Boys Like You For Breakfast e Let’s Leave.

.Livia Almeida já quis ser designer e engenheira, mas largou tudo para virar programadora. Enquanto isso, segue procrastinando e dando dicas de boas músicas no blog da Libretto..