No Gramofone da Libretto: Thiago Pethit

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 27-02-2012

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Tem vozes que a gente apaixona no primeiro play. Com Thiago Pethit foi assim. Ouvimos o som do paulistano pela primeira vez em 2009, e desde então não sai mais dos nossos favoritos.

E aqui vai uma história interessante: cansado de esperar por uma produtora que bancasse a produção de suas músicas, Thiago resolveu tirar o dinheiro do próprio bolso e lançar de forma independente seu primeiro disco Berlim, Texas. E a empreitada arriscada deu certo: Thiago Pethit é hoje um dos nomes em ascensão da nova MPB. Também, não é pra menos. Tem como não morrer de paixão por músicas como Mapa-Mundi, Nightwalker (e seu clipe delicinha com Alice Braga) e White Hat?

Antes ainda de Berlim, Texas, Thiago lançou o EP Em Outro Lugar com sete faixas (uma delas com a participação deliciosa de Tiê). E o melhor é que os dois discos estão disponíveis para download no Musicoteca. Já pode virar fã?

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No Gramofone da Libretto: Sambinha pra Aquecer

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 13-02-2012

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Já que o Carnaval tá quase aí, é hora do aquecimento. Primeiro, preparar os tímpanos pro batuque. Depois, o jejum de farra, porque daqui a pouco é maluquice geral e ninguém aguenta sem descanso. Aqui, eu já trato de preparar os ouvidos com o bom e velho samba portelense.

Nem precisa falar que outras escolas de samba cariocas são reduto de outros sambistas tão bons quanto os da Portela. O Império Serrano da mãe do partido alto, Jovelina Pérola Negra; a Vila Isabel de Noel Rosa e Martinho da Vila; a Mangueira do Cartola e Jamelão e por aí vai.

Mas o que importa agora é a Portela de Paulo da Portela, Paulinho da Viola, Tereza Cristina, Zé Keti, Monarco, Zeca Pagodinho, João Nogueira, Candeia, Clara Nunes… Escolhi alguns deles:

Clara Nunes. Ela é mineira de Paraopeba, mas foi no Rio de Janeiro que caiu no samba. Ela cantou muito folclore afrobrasileiro repleto de orixás, interpretou figurões da estirpe de Chico Buarque e Milton Nascimento e, claro, deu voz aos sambas da Portela.

Monarco. Aos 10 anos de idade, deu sorte de se mudar pra Oswaldo Cruz, bairro de nascimento da Portela. É compositor da escola desde 1950 e, hoje, uma das figuras mais ilustres da Velha Guarda. Compôs “Coração em Desalinho”, que com certeza você conhece nem que seja da abertura da novela das 8, na voz da Maria Rita.

Teresa Cristina. Fã de Iron Maiden, tem pouco tempo que ela ficou conhecida no Brasil todo. A sambista lançou o primeiro disco de composições próprias em 2004. Antes, foi premiada por um álbum que homenageia Paulinho da Viola. Começou a carreira cantando nos bares de Madureira, atual reduto portelense.

Paulinho da Viola. Nasceu no samba: o pai tocava violão com gente graúda, tipo o Pixinguinha. Compôs uma das mais conhecidas homenagens à Portela: “Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida”. Além disso, não há nada mais perfeito no mundo que ouvir Marisa Monte (outra portelense) cantando Paulinho da Viola.

Já que falei na Marisa Monte, vai de brinde, pra encerrar. Ela pesquisa e resgata sambas maravilhosos da Portela.

 

André Coelho é apaixonado por cozinha, samba e jornalismo (e torce para um dia esta ser exatamente a sua ordem de prioridades na vida).

 

No Gramofone da Libretto: Tulipa Ruiz

Filed Under (gramofone) by Equipe Libretto on 30-01-2012

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Do cenário paulista, de onde surge tanta coisa legal que a gente curte de montão, mais um nome se destaca: Tulipa Ruiz. Nome forte, poético, dona de uma voz de admirar (e dar inveja também), faz a gente ficar assim: mega inspirado!

Tulipa é mineira mas foi lá em sampa que seu dom cresceu e foi ganhar o mundo. Misturando as duas influências, compõe suas músicas dentro do que intitula de “pop florestal“.

Efêmera: esse é o nome do seu primeiro disco, lançado em maio de 2010. É também o nome de uma das nossas músicas favoritas do álbum, assim como A Ordem das Árvores, Pontual e Pedrinho. Na verdade verdadeira mesmo, o álbum inteiro tem nossa aprovação e é uma delícia de ouvir.

Por isso a gente diz: se você ainda não conhece Tulipa Ruiz, pode começar agora que vale a pena!

No Gramofone da Libretto: Metric

Filed Under (dica, gramofone) by Equipe Libretto on 10-10-2011

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Hoje a Libretto inaugura uma nova seção aqui no blog! Quem acompanha a gente já sabe que música é um dos assuntos mais tratados no nosso twitter e facebook. Mesmo aqui no blog a gente já deu uma palinha com dicas de artistas e sites, mas agora é oficial. Vira e mexe você vai ver aqui no blog posts especiais sobre bandas ou cantores que a gente curte e que embalam nossa produção de caderninhos. Você vai saber o que anda tocando no nosso Gramofone e a gente quer saber o que ta tocando no seu.

Como não poderia ser diferente, essa seção também é sua. Vamos dando nossas dicas por aqui, e se você tiver aquela banda que não pode faltar no nosso repertório, é só escrever seu post e mandar para contato@librettodebolso.com com o assunto “Gramofone: meu post na Libretto“. Pra começar, uma dica da Lívia Almeida, falando um pouco sobre a banda Metric. A gente não conhecia e agora não sai mais da nossa playlist. Ouve (e lê) aí:

Você conhece o Metric? Eles são uma banda indie canadense com influências do new wave. Formada por Emily Haines (a apaixonante vocalista que também toca guitarra e sintetizador), James Shaw (guitarra), Josh Winstead (baixo) e Joules Scott-Key (bateria), a banda lançou seu primeiro álbum em 2003, Old World Undergroud, Where Are You Now?, com destaque para as faixas Dead Disco, Combat Baby e Succexy.

O segundo álbum, Live It Out, saiu dois anos depois e foi bem recebido – pra ter uma ideia, só no Canadá o disco vendeu o dobro (!) do primeiro álbum. A banda abriu para os Rolling Stones em Nova York e fez turnê com o Bloc Party. O destaque desse segundo disco vai para as faixas Handshakes, Too Little Too Late e Monster Hospital.

Em 2007 o selo do qual a banda faz parte comprou os direitos do álbum que a banda havia gravado em 2001, Grow Up and Blow Away, e o lançou. O álbum não havia sido lançado previamente porque a banda sentiu que naquela época não era exatamente o que os fãs esperariam: mais calmo que os anteriores, e gostoso de ouvir.

Em 2009, foi lançado Fantasies, o quarto álbum. O Amazon.com o considerou o melhor lançamento do ano e em 2010 a banda faturou dois Juno Awards: melhor álbum alternativo e banda do ano. Os fortes do álbum são Help I’m Alive, Sick Muse, Gold Guns Girls e Gimme Sympathy. A banda também participou da trilha sonora do filme Scott Pilgrim vs. the World, com a música Black Sheep.

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